SAUDADE MINHA
  • Guilherme de Faria na Universidade Católica

    . Academia, Memória

    No dia 6 de outubro, a Cátedra de Poesia e Transcendência celebrará o 111.º aniversário do nascimento de Guilherme de Faria. O Seminário Lembranças de não sei onde, Saudades de não sei quando… decorrerá no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, na Sala 003 do Edifício Américo Amorim. Este Seminário permitirá evocar a memória […]

  • O desterro de Guilherme de Faria

    . Literatura, Livro

    No dia 19 de setembro, pelas 17 horas, Valter Hugo Mãe apresentará ACERCA DO DESTERRO, de José Rui Teixeira, na Feira do Livro do Porto / Livraria Poetria. Lê-se no prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins: “Quando José Rui Teixeira diz: ‘Confesso que me agradam leituras hermenêuticas que não prescindem de perspetivas biografistas, sobretudo em poetas […]

  • Carta de José Bruges d’Oliveira

    . Interseções, Memória

    Belíssima carta de José Bruges d’Oliveira [1899-1952], datada de 6 de maio de 1922: Meu prezado camarada: Estou certo que fui dos primeiros que gulosamente buscaram os seus versos [1]. Que isto lhe diga a consideração em que os tinha e a si. À consideração em que o tenho agora e aos seus versos, depois […]

  • Não vale a pena…

    . Poesia

    Viver sentindo n’alma o fogo ardente Da mais alta ambição, que nos condena A lutar, a sonhar eternamente, — Não vale a pena… Viver na febre intensa dos desejos E sonhos da luxúria que envenena As almas, ao calor de falsos beijos, — Não vale a pena… Viver cantando, d’alma leda e pura, Versos ao […]

  • Antologia de poesias religiosas

    . Bibliofilia, Livro

    Em meados da década de 20, o poeta Guilherme de Faria dedicou-se à organização de uma ‘Antologia de poesias religiosas’. Apesar de ser muito jovem, valeu-se de uma invulgar cultura literária para reunir 112 poemas, aos quais adicionou 21 quadras populares. Quando, no Natal de 1926, D. Manuel Mendes da Conceição Santos, Arcebispo de Évora, […]

  • Guilherme de Faria e António Pedro

    . Interseções, Memória

    Foi em 1926 que António Pedro começou a publicar os seus versos, mas, de acordo com o seu texto autobiográfico, começou a escrever por volta de 1920 ou 1921: “Fiz versos e bonecos desde os 12 anos, ou de mais cedo ainda”. Não sei quando e em que circunstâncias António Pedro e Guilherme de Faria […]

  • Hospital das Letras

    . Interseções, Memória

    Em 1964, no 35.º aniversário da morte de Guilherme de Faria, João da Câmara apresenta na RTP, no programa de David Mourão Ferreira — ‘Hospital das Letras’ —, este admirável testemunho: “Conheci Guilherme de Faria nos bancos da escola. Com ele convivi intimamente, como se fôssemos irmãos, durante os poucos anos que passaram desde que […]

  • Guilherme de Faria e Sá-Carneiro

    . História, Interseções

    Em 1915, Guilherme de Faria tem apenas sete anos e vive ainda em Guimarães; Mário de Sá-Carneiro publica ‘Céu em Fogo’ [com uma belíssima capa de José Pacheco] e regressa a Paris [em julho]; nesse mesmo ano são publicados os dois números da revista ‘Orpheu’ [em março e junho], ‘Arte de ser português’ de Teixeira […]

  • Flâneur

    . Correspondência, Memória

    Em 1924, a vida de Guilherme de Faria era marcada pela ociosidade. Manuel de Castro era o seu grande companheiro nas deambulações por Lisboa, nos cafés e botequins, em tertúlias que se prolongavam indefinidamente. Em julho, a ausência de Manuel de Castro motiva longas cartas… como esta: “Aqui em Lisboa passámos meses conversando. Logo pela […]

  • Até ao fim…

    . Correspondência, Memória

    A amizade que uniu Guilherme de Faria e António Hartwich Nunes ficou comoventemente inscrita em centenas de cartas, entre 1922 e 1929. Quando Guilherme de Faria publica ‘Saudade Minha’, em maio de 1926, escolhe uma quadra de António Hartwich Nunes para mote da sua ‘Velha cantiga’ [pp. 25-26]: “Sonhei um sonho tão belo, E foi […]