SAUDADE MINHA
  • Luís Amaro

    . Memória

    Luís Amaro nasceu no dia 5 de maio de 1923. Foi poeta, ensaísta, secretário, diretor-adjunto e consultor editorial da revista Colóquio/Letras durante mais de duas décadas. Morreu com 95 anos, na manhã do passado dia 24 de agosto. Guilherme d’Oliveira Martins escreveu no website www.gulbenkian.pt: “A Fundação Calouste Gulbenkian exprime uma especial homenagem à Memória […]

  • 111.º aniversário

    . Memória, Poesia

    Passam hoje 111 anos sobre o nascimento de Guilherme de Faria. Na Universidade Católica Portuguesa | Porto, a Cátedra Poesia e Transcendência celebra esta data com o Seminário Lembranças de não sei onde, Saudades de não sei quando… Publicamos aqui o SONETO DA MINHA ÂNSIA, na sua versão de 1922: Subir! Subir! Subir! – Eis […]

  • Saudades de não sei quando

    . Academia, Memória

    No dia 6 de outubro, a Cátedra de Poesia e Transcendência celebrará o 111.º aniversário do nascimento de Guilherme de Faria. O Seminário Lembranças de não sei onde, Saudades de não sei quando… decorrerá no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, na Sala 003 do Edifício Américo Amorim. Este Seminário permitirá evocar a memória […]

  • Primeiras edições

    . Bibliofilia, Livro

    Entre 1919 e 1929, Guilherme de Faria viveu no 2.º andar do n.º 11 da Rua da Horta Seca. Durante esse período publicou seis livros: ‘Poemas’ e ‘Mais Poemas’ [1922], ‘Sombra’ [1924], ‘Saudade Minha’ [1926], ‘Destino’ e ‘Manhã de Nevoeiro’ [1927]. Quando pôs fim à sua vida, no dia 4 de janeiro de 1929, deixou […]

  • Guilherme de Faria na Universidade Católica

    . Academia, Memória

    No dia 6 de outubro, a Cátedra de Poesia e Transcendência celebrará o 111.º aniversário do nascimento de Guilherme de Faria. O Seminário Lembranças de não sei onde, Saudades de não sei quando… decorrerá no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, na Sala 003 do Edifício Américo Amorim. Este Seminário permitirá evocar a memória […]

  • O desterro de Guilherme de Faria

    . Literatura, Livro

    No dia 19 de setembro, pelas 17 horas, Valter Hugo Mãe apresentará ACERCA DO DESTERRO, de José Rui Teixeira, na Feira do Livro do Porto / Livraria Poetria. Lê-se no prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins: “Quando José Rui Teixeira diz: ‘Confesso que me agradam leituras hermenêuticas que não prescindem de perspetivas biografistas, sobretudo em poetas […]

  • Carta de José Bruges d’Oliveira

    . Interseções, Memória

    Belíssima carta de José Bruges d’Oliveira [1899-1952], datada de 6 de maio de 1922: Meu prezado camarada: Estou certo que fui dos primeiros que gulosamente buscaram os seus versos [1]. Que isto lhe diga a consideração em que os tinha e a si. À consideração em que o tenho agora e aos seus versos, depois […]

  • Não vale a pena…

    . Poesia

    Viver sentindo n’alma o fogo ardente Da mais alta ambição, que nos condena A lutar, a sonhar eternamente, — Não vale a pena… Viver na febre intensa dos desejos E sonhos da luxúria que envenena As almas, ao calor de falsos beijos, — Não vale a pena… Viver cantando, d’alma leda e pura, Versos ao […]

  • Antologia de poesias religiosas

    . Bibliofilia, Livro

    Em meados da década de 20, o poeta Guilherme de Faria dedicou-se à organização de uma ‘Antologia de poesias religiosas’. Apesar de ser muito jovem, valeu-se de uma invulgar cultura literária para reunir 112 poemas, aos quais adicionou 21 quadras populares. Quando, no Natal de 1926, D. Manuel Mendes da Conceição Santos, Arcebispo de Évora, […]

  • Guilherme de Faria e António Pedro

    . Interseções, Memória

    Foi em 1926 que António Pedro começou a publicar os seus versos, mas, de acordo com o seu texto autobiográfico, começou a escrever por volta de 1920 ou 1921: “Fiz versos e bonecos desde os 12 anos, ou de mais cedo ainda”. Não sei quando e em que circunstâncias António Pedro e Guilherme de Faria […]