SAUDADE MINHA
  • Primeiras edições

    . Bibliofilia, Livro

    Entre 1919 e 1929, Guilherme de Faria viveu no 2.º andar do n.º 11 da Rua da Horta Seca. Durante esse período publicou seis livros: ‘Poemas’ e ‘Mais Poemas’ [1922], ‘Sombra’ [1924], ‘Saudade Minha’ [1926], ‘Destino’ e ‘Manhã de Nevoeiro’ [1927]. Quando pôs fim à sua vida, no dia 4 de janeiro de 1929, deixou […]

  • Flâneur

    . Correspondência, Memória

    Em 1924, a vida de Guilherme de Faria era marcada pela ociosidade. Manuel de Castro era o seu grande companheiro nas deambulações por Lisboa, nos cafés e botequins, em tertúlias que se prolongavam indefinidamente. Em julho, a ausência de Manuel de Castro motiva longas cartas… como esta: “Aqui em Lisboa passámos meses conversando. Logo pela […]

  • Hospital das Letras

    . Interseções, Memória

    Em 1964, no 35.º aniversário da morte de Guilherme de Faria, João da Câmara apresenta na RTP, no programa de David Mourão Ferreira — ‘Hospital das Letras’ —, este admirável testemunho: “Conheci Guilherme de Faria nos bancos da escola. Com ele convivi intimamente, como se fôssemos irmãos, durante os poucos anos que passaram desde que […]

  • Os versos de luz por escrever

    . Academia, Memória

    No dia 24 de janeiro de 2012, há sete anos, José Rui Teixeira defendeu da única dissertação de doutoramento dobre Guilherme de Faria, em Literaturas e Culturas Românicas: ‘Os versos de luz por escrever. Vida e obra de Guilherme de Faria’, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi um orientado por Maria João […]

  • Guilherme de Faria morreu há 90 anos

    . Memória

    No dia 4 de janeiro de 1929, Guilherme de Faria apanhou o comboio para Cascais na Estação Ferroviária do Cais do Sodré. Escreveu dois bilhetes-postais que endereçou ao irmão José. Com uma caligrafia claramente alterada, dá indicações sobre a edição de ‘Desencanto’ e da antologia ‘Saudade Minha (poesias escolhidas)’. As últimas palavras do poeta: “Querido […]

  • Destino

    . Livro, Poesia

    No dia 7 de Janeiro de 1927, Guilherme de Faria publica ‘Destino’. Para a epígrafe deste seu 5.º livro, Guilherme de Faria escolheu os versos de Crisfal: “Sempre será meu amor/ Como a sombra, enquanto eu for:/ Quanto vai sendo mais tarde,/ Tanto vai sendo maior”. Nesta toada principia este livro, na sequência de ‘Saudade […]

  • 111.º aniversário

    . Memória, Poesia

    Passam hoje 111 anos sobre o nascimento de Guilherme de Faria. Na Universidade Católica Portuguesa | Porto, a Cátedra Poesia e Transcendência celebra esta data com o Seminário Lembranças de não sei onde, Saudades de não sei quando… Publicamos aqui o SONETO DA MINHA ÂNSIA, na sua versão de 1922: Subir! Subir! Subir! – Eis […]

  • Saudades de não sei quando

    . Academia, Memória

    No dia 6 de outubro, a Cátedra de Poesia e Transcendência celebrará o 111.º aniversário do nascimento de Guilherme de Faria. O Seminário Lembranças de não sei onde, Saudades de não sei quando… decorrerá no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, na Sala 003 do Edifício Américo Amorim. Este Seminário permitirá evocar a memória […]

  • Luís Amaro

    . Memória

    Luís Amaro nasceu no dia 5 de maio de 1923. Foi poeta, ensaísta, secretário, diretor-adjunto e consultor editorial da revista Colóquio/Letras durante mais de duas décadas. Morreu com 95 anos, na manhã do passado dia 24 de agosto. Guilherme d’Oliveira Martins escreveu no website www.gulbenkian.pt: “A Fundação Calouste Gulbenkian exprime uma especial homenagem à Memória […]

  • Guilherme de Faria na Universidade Católica

    . Academia, Memória

    No dia 6 de outubro, a Cátedra de Poesia e Transcendência celebrará o 111.º aniversário do nascimento de Guilherme de Faria. O Seminário Lembranças de não sei onde, Saudades de não sei quando… decorrerá no Centro Regional do Porto da Universidade Católica, na Sala 003 do Edifício Américo Amorim. Este Seminário permitirá evocar a memória […]